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Operação com 150 PMs prende acusados de desviar dinheiro público em Goiás | De Olho Goiás
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Operação com 150 PMs prende acusados de desviar dinheiro público em Goiás

Investigação foi iniciada em 2013 e apura a prática de crimes contra a Administração Público

Ministério Público de Goiás (MP-GO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Centro de Segurança Institucional e Inteligência (CSI), deflagrou na manhã desta terça-feira (11/8), a Operação Compadrio, realizada em parceria com a Polícia Militar de Goiás e com apoio do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) para cumprimento de mandados de prisão preventiva e temporária, condução coercitiva e busca e apreensão.

A investigação foi iniciada em 2013 e apura a prática de crimes contra a Administração Pública, realizada por uma organização criminosa instalada em órgãos públicos do Estado de Goiás. Este grupo supostamente valeu-se de funcionários fantasmas e de empresas laranjas para instrumentalizar desvios de dinheiro público. Investiga-se, ainda, práticas criminosas consistentes no favorecimento em licitações públicas, lavagem de dinheiro e retirada fraudulenta de restrições bancárias, cartorárias e no cadastro de proteção ao crédito, todos eles contando com a colaboração e participação de funcionários públicos.

Em cumprimento aos mandados expedidos pela juíza Placidina Pires, da 10ª Vara Criminal da Comarca de Goiânia, a Operação Compadrio mobilizou 36 promotores de Justiça e cerca de 150 policiais militares que cumpriram dois mandados de prisão preventiva; sete mandados de prisão temporária; 21 mandados de condução coercitiva e 37 mandados de busca e apreensão, distribuídos pelos municípios de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Morrinhos, Araçu, Uruana e São Miguel do Araguaia.

MP apreende documentos na Agetop

Diretor de Obras Rodoviárias da Agetop, José Marcos de Freitas Musse, está preso temporariamente e será ouvido a qualquer momento pelos promotores de Justiça

O coordenador da Operação Compadrio, Rafael Simoneti, está neste momento na Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop), cumprindo mandados de busca e apreensão de documentos, que podem contribuir na investigação de crimes contra a administração pública. O diretor de Obras Rodoviárias da Agetop, José Marcos de Freitas Musse, está preso temporariamente e será ouvido a qualquer momento pelos promotores de Justiça.

O advogado de defesa de Musse não quis falar por enquanto. Ele justificou que foi pego de surpresa pela operação, que só agora teve acesso a uma cópia do processo, que tem 160 páginas, e ainda não sabe do que se trata a acusação. Marcos Musse foi o primeiro a fazer exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML), às 7h10 da manhã. Até agora sete pessoas passaram pelo IML, entre eles o ex-deputado Tiãozinho Costa. Tiaozinho acaba de entrar no auditório do Ministério Público para ser ouvido. Perguntado do que ele está sendo acusado, o ex-deputado disse: “Pergunta para o MP”. 

Cinco prisões e sete conduções coercitivas em Goiânia

Todos os presos foram conduzidos ao Ministério Público e estão sendo ouvidos pelos 36 promotores envolvidos na Operação Compadrio. 

Goiânia foi a cidade que teve o maior número de prisões e detenções na Operação Compadrio, das seis cidades onde foram cumpridos mandados da Justiça. Na capital, foram duas prisões preventivas, três temporárias e oito conduções coercitivas. Na cidade de Uruana, a Polícia Militar cumpriu uma prisão temporária e sete conduções coercitivas.

Em Morrinhos, a operação realizou duas conduções coercitivas. A polícia agiu ainda em Aparecida de Goiânia, cumprindo uma prisão temporária e uma condução coercitiva. Em Araçu, houve uma prisão temporária e três conduções coercitivas. Houve ainda uma prisão temporária em São Miguel do Araguaia. Todos os presos foram conduzidos ao Ministério Público e estão sendo ouvidos pelos 36 promotores envolvidos na Operação Compadrio.(fonte O Popular) 

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