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GARIMPEIRO DE GOIÁS MORRE EM CONFRONTO COM ÍNDIOS EM RORAIMA | De Olho Goiás
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GARIMPEIRO DE GOIÁS MORRE EM CONFRONTO COM ÍNDIOS EM RORAIMA

O garimpeiro Leandro Rodrigues de Oliveira, de 33 anos, que foi morto ao lado de outros cinco homens durante um confronto na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, morava em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Amiga da família, Jucilene Soares contou que a esposa da vítima, Edna Joana, está em Boa Vista (RR) em busca da liberação do corpo.

“Ela está lá há quase duas semanas em Roraima, mas ainda não conseguiu a certidão de óbito dele e nem trazer os restos mortais para Rio Verde. Como os corpos foram queimados, os peritos dizem que só restam cinzas e que, sem material suficiente para fazer o DNA, fica mais complicado ter qualquer liberação. Mas ela continua tentando”, contou Jucilene.

Segundo a amiga, o garimpeiro foi para Roraima a trabalho há oito meses. No entanto, estava em um garimpo em uma área indígena há quatro.

Leandro e os outros garimpeiros estavam desaparecidos desde último dia 2. O presidente da Associação dos Povos Indígenas de Roraima Hwenama, Júnior Hekuari, disse ao G1 Roraimaque os garimpeiros foram atacados a flechadas durante um confronto com os Yanomami da comunidade Xereu II na região de Homoxi, no último dia 1º, mas as mortes só foram confirmadas no dia 14. Ainda não se sabe o que gerou o conflito.

O Governo Estadual de Roraima montou uma força-tarefa para resgatar os corpos. Eles chegaram a Boa Vista no último dia 21, mas o local onde as vítimas estavam não foi divulgado.

A equipe enviada para o resgate foi composta por integrantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), Polícia Federal, Associação dos Povos Yanomami de Roraima, legistas do Instituto de Criminalística do estado e um policial militar.

A Polícia Federal disse que instaurou um inquérito para apurar as mortes e as repercussões relacionadas aos conflitos na terra indígena. A corporação disse, ainda, que todas as medidas cabíveis serão adotadas. (Do G1)

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