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AGENTE DE 31 ANOS É MORTO PELA NAMORADA EM BOM JESUS DE GOIÁS

Policial foi enterrado na manhã desta quinta-feira (30) Goiânia Goiás (Foto: Vanessa Martins/G1)Policial foi 

O policial civil João Paulo Arantes da Silveira, de 31 anos, foi enterrado na manhã desta quinta-feira (30) no Cemitério Vale do Cerrado, em Goiânia. Agentes da Policia Civil homenagearam o colega realizando um sirenaço, com cerca de 50 carros.

João Paulo foi morto na terça-feira (28) em Bom Jesus de Goiás, no sul do estado, após ter sido ferido com uma facada no peito. 

  • Os policiais saíram do Complexo de Delegacias Especializadas da capital às 9h40 com as sirenes dos carros ligadas até o cemitério onde o policial foi enterrado. Veículos do Grupo Tático 3 (GT3), da Polícia Civil, do Grupo Antirroubo a Bancos (GAB) e dos próprios agentes de polícia fizeram parte da carreata.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol-GO), Paulo Sérgio Alves de Araújo, afirmou que a iniciativa partiu de membros da corporação e contou com o apoio do sindicato. “Estamos realizando um ato em homenagem ao nosso colega e em apoio à família dele para que saibam que estamos do lado deles”, afirmou.

O agente da Policia Civil Bruno Garajau Pimenta, de 36 anos, contou que a carreata procurou destacar o trabalho do colega. “É um ato de solidariedade e também para mostrar que ele não será esquecido, ainda mais por ter sido vitima de um ato tão violento”, comentou.

O agente João Paulo Diniz, de 27 anos, ressaltou que até policiais podem ser vitimas de violência. “Queremos lembrar de um companheiro nosso que perdeu a vida e que, infelizmente, isso tem se tornado frequente”, afirmou.

Policiais civis homenagearam colega morto com carreata Goiás Goiânia (Foto: Vanessa Martins/G1)
Ao chegarem no local do velório, os policiais saudaram o colega com uma salva de palmas e cumprimentaram a família. Durante toda a manhã, familiares, amigos e colegas, emocionados, velaram o corpo do policial.

O avô da vitima, Raimundo Silveira, lembrou que João Paulo era seu único neto e que foi ele quem o incentivou a entrar na carreira policial. O familiar disse que é difícil aceitar a forma como ele morreu. “A morte natural eu entendo, mas pela violência não aceito”, afirmou. O parente também contou ficar indignado com a insegurança e falta de justiça em todo o país.

Primo do policial, Carlos Henrique Silveira Chaves contou que ele era uma pessoa muito calma, tranquila e muito próxima da família. “Os melhores amigos dele éramos nós, os primos”, disse. O parente afirmou ainda que todos ficaram muito chocados com a forma que o crime aconteceu. “Foi uma perda muito grande, ainda mais dessa forma, ninguém esperava”, desabafou.

Saindo da sala do velório os agentes, amigos e familiares formaram um corredor no caminho para o enterro e aplaudiram a passagem do corpo. A família rezou durante o funeral e todos os presentes cantaram musicas de louvor.

Também durante o enterro seis policiais do GT3 saudaram o colega de trabalho com disparos de festim. O agente Thiago Requel do Grupo afirmou que a saudação é uma homenagem de praxe prestada aos policias. “Sempre que podemos fazemos com muito carinho. Queremos que a família e todos saibam que ele não foi só mais um. Uma grande perda para todos”, disse. (fonte g1 go)

 

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